//Tudo sobre circuito impresso, o “cérebro” dos aparelhos eletrônicos

Tudo sobre circuito impresso, o “cérebro” dos aparelhos eletrônicos

Todo componente eletrônico é complexo de se produzir, isso é provado no momento em que um aparelho tem a carcaça aberta. Dentro dele, existe uma série de fios conectados a pequenos buracos que estão localizados em uma placa eletrônica.

No passado, antes da construção dos transistores, eram utilizadas válvulas à vácuo para a interligação interna de todos os componentes eletrônicos, porém, com o surgimento do circuito impresso na primeira metade do século XX, houve uma verdadeira revolução na construção das estruturas, que vão desde a montagem das peças, até o tamanho dos aparelhos eletrônicos, que sofreram uma grande redução de tamanho, sem deixar de ser funcional.

Sendo assim, ao pesquisar sobre o circuito impresso o que é e quais suas funções, é interessante que o comprador pense bem. Assim como, na hora da compra, a fabricante de placa de circuitos impressos deve informar aos clientes sobre a atividade e como é trabalhado esse tipo de produto.

À primeira vista, este tema pode ser complexo ou voltado apenas para um determinado nicho, no entanto, este assunto é mais simples que você parece. Confira os tópicos que serão abordados!

Afinal, o que é um circuito impresso?

Para falar de circuito impresso para que serve, deve-se entender que, é um suporte para a interligação de diferentes peças e componentes eletrônicos, foi criado na primeira metade do século XX, por um engenheiro austríaco de nome Paul Eisler, que construiu esse mecanismo através da corrosão de cobre sobre um tipo de superfície isolante.

Durante a segunda guerra mundial, esse elemento foi bastante importante para a comunicação militar dos britânicos, que, com adversas condições para o funcionamento, usavam-se desse sistema. Após os confrontos, ele passou a ser utilizado para o funcionamento de rádios, televisores, entre outros aparelhos eletrônicos.

Nos anos 60, foram criados os circuitos de fibras de vidro, que são confeccionadas em resina epóxi, com finas mantas de fibras de vidro, essa combinação consegue dar uma maior bloqueio a entrada de água, e passaram a ser o mais utilizados para a produção de aparelhos eletrônicos, principalmente em escala industrial. Uma das dificuldades desta variação, é a dificuldade de cortar essas superfícies, pois, podem danificar o produto de forma permanente, dificultando customizações.

Divisão dos modelos de circuitos impressos

A forma de como grande parte dos produtos são divididos é segundo a norma FR, que do inglês significa flame resistant (resistente ao fogo). Os circuitos de fenolite são classificados como FR-2, feito de Resina fenólica e Papel, já a fibra de vidro tem qualificação FR-4, (Resina epóxi e Tecido). O que diferencia é o composite, que tem a categorização (CEM-1), pela composição em resina Epóxi, com fibra de vidro na superfície e papel (no interior). Mas todos eles têm uma classificação específica, para usos diversos.

Os tipos de placas de circuitos impressos

A placa circuito impresso, é a principal superfície para a interligação das peças eletrônicas, elas também são denominadas pela sigla PCI, que vem do inglês PCB (Printed Circuit Board), as características se passam por trilhas feitas de materiais condutores, no caso, o cobre.

Portanto, uma empresa de placa de circuito impresso desenvolve placas que trabalham não só para o funcionamento dos aparelhos, como também, atua no fornecimento de percursos para as correntes elétricas exigidas para essa operação. Os tipos de placas são muitos, com diferentes funções:

Placas Simples: são desenvolvidas com apenas um lado para furos na montagem dos componentes, que são montados no lado oposto da placa. Eles se destacam por serem baratos e simples de se fabricar, podendo ser feito artesanalmente.

Placas Dupla Face: Esses modelos são feitos com traços para furos em todos os lados, sendo fabricados em versões compactas ou complexas. A placa não permite o cruzamento de ligações no circuito, para evitar problemas no funcionamento do produto.

Placas Multicamadas: Confeccionadas em camadas de condutores de condução elétrica interna, são adicionadas uma série de camadas de fibras de vidro, para a formação da placa, nele também é presente, vários furos minúsculos, que são úteis para o cruzamento de ligações. Ele é recomendado para projetos complexos.

Placas Universais: Elas podem ser encontradas numa fábrica de circuito impresso, eles se destacam por já ter corrosão de cobre na placa, servindo inúmeras aplicações, inclusive complexas, tornando o circuito impresso universal um dos mais utilizados do mercado.

Placas com Pontos: Com esse tipo de peça, é possível fazer uma série de ligações nos componentes, com várias trilhas eletrônicas isoladas, para ligá-las, basta fixar todos os componentes, e fazer a soldagem dos terminais para a conexão das trilhas.

Flexíveis Conselhos: Um tipo diferente de placa, que é feita a partir de plásticos resistentes a condução interna. Essa variação é utilizada com os componentes soldados na placa, mas, com uma diferença, que podem ser moldados em elementos complexos, sendo muitas vezes, um tipo de circuito impresso sob encomenda.

Esses são os modelos mais conhecidos e utilizados de placas de circuitos impressos, presentes tanto no mercado, como em casa. Por essa razão, é necessário conhecer os modelos disponíveis de circuitos o que é, e suas funções para interligar os componentes eletrônicos.

Por este motivo, é essencial que o interessado neste tipo de produto, seja ele uma empresa ou consumidor final faça uma pesquisa de mercado detalhada a fim de buscar por aquele fornecedor que possa atender todas às suas necessidades seja em relação ao preço como à qualidade do circuito.

Ficou interessado(a)? Agora que você aprendeu um pouco mais sobre o surgimento e toda a funcionalidade deste tipo de produto, fique a vontade para solicitar um orçamento e buscar pelo modelo que mais se adeque a sua realidade.

Caso tenha algo para acrescentar sobre o tema, deixe seu comentário para que possamos explorar cada vez mais o assunto.